Brasileiros & Brasileiras.... Alguém esta fazendo errado!

Serial killer da vida real.

Que tipo de humanidade é esta? Se ainda podemoas chamar de humanidade... Nada mais comum em filmes, que pessoas doentes , possuídas, insanas e monstruosas executando outras pessoas. Porém há muito para se ter um história de terror não é mais preciso ir até os cinemas! A vida real tem dado muita insperação para os diretores, acredito. Humanos destruidos espiritualmente, possuidos por doenças na alma. Atormentados mascarados vivem entre nós. E claro não é necessário pensar muito para entender porque esses seres humanos se tornaram tão putrefactos. Falta um Deus Verdadeiro em seus corações! Quando menos se espera eles atacam como animais, bestas sem coração. Seus atos causam repugnância. São disfarçadamente pestíferos... espalham medo e assombro! E podem esta em qualquer lugar... Qualquer família.

7 Dias Para Viver...

O que você faria se tivesse apenas uma semana de vida?Abordei quatro pessoas próximas com esta pergunta. A pergunta foi feita de súbito, fora de contexto. Indaguei do nada surpreendendo-as com uma questão pouco levantada em seus dias comuns.Primeiro foi interessante observar as expressões de impacto: "Como assim?", "O quê?", "Hummnn..."Acredito que a esmagadora maioria das pessoas não pensam muito nisso. Ninguém gosta de pensar no fim! Ninguém quer o fim. Todos queremos - e pensamos ter - mais tempo. Todos nós vivemos como se fôssemos imortais na verdade. No mínimo afastamos de nossos pensamentos a idéia de que enfim aquele dia chegará... o dia em que findará tudo o que conhecemos, tudo o que vemos, tudo o que experimentamos, tudo o que construímos e conquistamos.
Pense um pouco comigo. O que dá valor às coisas? O que é valor? O que é importante? O que vale a pena? Onde está nosso tesouro? O que é nosso tesouro?Creio que você como eu acordamos todos os dias e temos como meta ganhar dinheiro para viver, certo? Ou será que temos vivido para ganhar dinheiro? Pare para pensar um instante...
onde você deposita seus valores? Ao que você confere valor?Todo mês quando recebo meu merecido "dinheirinho", que logo tem seu destino certo, fico a pensar: "Puxa vida! Esse papelzinho filho da p&t@ é razão de boa parte da minha rotina!
É razão de boa parte de minhas preocupações. Por causa desse papelzinho morrem pessoas... PESSOAS, caramba! Papelzinho... pessoas... Algo está errado aqui..."O quê? Pegamos uma papel impresso e lhe conferimos valor? Não consigo entender o fênomeno de valorizar alguma coisa sem comparação. Algo tem valor diante de outra coisa que não o tem. O valor é praticamente simbólico, abstrato. O valor das coisas brota de dentro de nós...Famílias estão passando fome porque não têm alguns papéizinhos "com valor"? Crianças estão sem perspectivas de futuro por causa de papéizinhos atribuídos de "valor"? Isso não soa nem um pouco justo. Aliás, é isso que é o Capitalismo, certo? Lucro inconsequente. Lucro injusto. Lucro, lucro e lucro...Mas, valor é algo que só tem sentido se comparado com outra coisa sem valor! E para isso ser determinado precisamos de perspectivas. O mundo gira como se não fosse findar nunca. Lucrar é a ordem. Vencer é o objetivo. Acumular é o princípio.Mas, o que acontece quando você só tem sete dias para viver? Suas perspectivas mudam radicalmente. Suas prioridades alteram-se como nunca seriam se não lhe restasse tão pouco tempo. Resumindo, seus valores tornam-se outros. Melhor dizendo, as coisas que realmente têm valor emergem nessa perspectiva de reta final.O trabalho árduo, frenético e quase incessante perde o sentido. Se este perde o sentido, o dinheiro então torna-se loucura! O poder, a ganância e o orgulho tendem a perder campo. O que realmente importa na vida torna-se mais claro quando nossos dias são abreviados.Ninguém quer gastar seus últimos sete dias de vida trabalhando, ganhando dinheiro, exercendo poder, vingando, magoando, maltratando, brigando, acumulando bens, retendo tesouros, negligenciando o outro necessitado, e tantas outras coisas que são comuns enquanto vivemos "imortais".As respostas que tive me levaram a perceber que realmente vivemos e damos valor às coisas que na verdade não teriam valor algum para nós numa perspectiva de morte iminente. O que por conclusão temos que, de fato, não são coisas que deveríamos atribuir valor.E nos últimos sete dias de vida o que realmente importa é estar com as pessoas que você ama. É estar com as pessoas que te amam também. É correr atrás de fazer feliz e se preocupar menos com que te façam feliz. Na última semana de vida o que realmente tem valor são PESSOAS... essas coisas que geralmente não damos valor durante toda uma vida pensando que somos "imortais".Deus deve achar ridículo quando damos valor a "papéizinhos" e não às pessoas quando estas são na verdade as únicas coisas que importam quando paramos para pensar...

E seremos a geração que...morreu sem realizar o que queimava no coração dela?

“E seremos a geração que dança. E seremos a geração que canta.” E daí? Grande coisa. Vamos ser honestos, quem sonhava com isso. Eu não. Sei lá, mas eu sonhava com algo tipo missões, ganhar almas, marcar minha geração, morrer pelo evangelho. Pode me chamar de José se quiser, o sonhador, não me importo, pois não coloco muito valor na palavra, ou melhor, critica de alguém que depois de muitos anos ainda está tentando pular como um coelho nas conferências realizando seu sonho de ser a geração que canta e dança. Deus me livre! Eu acho que a coisa que mais me irrita hoje, além do lixo sendo pregado nos púlpitos, é que foi isso que nós vendemos para uma geração; uma geração que está agora casada, barriguda, e que nem dança mais, pois tem medo de enfartar. Caraca, o que aconteceu? Onde nós erramos? Era tanto potencial e disposição e agora é “comunhão na casa de Fulano”. Quando era para nós enviarmos eles, nós seguramos, pois queríamos o grupo maior da cidade. Eles queriam ser missionários, então ensinávamos umas peças, pintaram seus rostos e os levaram para a praça mais perto para que pudessem ser completamente humilhados e nunca falar de missões de novo. Só pra saber, “Aquilo era missões?”. E agora tem entrado uma nova geração e nós estamos cometendo os mesmos erros e pecados. Quando olhamos para os jovens da igreja, é obvio que temos falhado em capturar seus corações e imaginações. Nós temos falhado em dar a eles uma razão de viver, uma causa pelo que dar as suas vidas. Nós temos falhado em mostrar algo a eles tão importante que vale a pena morrer por ele.Quando você olha nos seus olhos não há fogo, não há vida. Vida para eles é quatro horas na frente do computador batendo papo com seus amigos virtuais. Mas eles não têm nada que queima no coração deles, que faz eles sair da cama na manha, que possuí eles. Eles não têm nada pra que viver e bem menos nada pelo que morrer.Nós falávamos para eles que Deus queria os usar e depois os fechamos em prédios com bandas, pizza e luzes coloridas para gastar a noite dançando e cantando enquanto o mundo lá fora está passando fome, morrendo e indo para inferno. Será que é isso que estávamos referindo quando falávamos que “Deus quer os usar”? Será que não tem mais? E se eles mostram uma preocupação com aqueles fora da “terra protegida”, nós falamos que não são preparados, que sua hora vai chegar. Por enquanto, é festa e alegria. Pegue mais um pedaço de pizza.Nós falávamos para eles que podiam mudar o mundo enquanto eles nem sabem como mudar as suas próprias vidas. E em vez de confrontar eles na maneira que vive e seus valores, nós mudamos a estrutura da igreja para acomodar eles. Nós criamos “namoro santo” e colocamos “play stations” na sala de oração. Mas, não muito tempo depois, a nossa estrutura não os satisfazia mais. Em vez de treinar eles, nós temos entretido eles. Em vez de desafiar eles, acomodávamos e acabávamos frustrando e perdendo eles, pois a verdade é que não era isso que eles queriam. Cada geração precisa de uma bandeira pra levantar, uma causa pra abraçar, algo para dar as suas vidas, mas em algum lugar no caminho somente Jesus e salvação não passaram de ser suficientes. Somente alcançando os perdidos parecia de ser algo comum demais. Então, nós começamos falar em milagres e mortos ressuscitando. Nós tentamos criar coisas melhores mais barulhentas, mais animadas, projetos que iam no fim fazer nada mais do que ocupar seu tempo e os fazer pensar que estavam fazendo algo enquanto não estavam realizando nada. Nós críamos uma geração que canta e dança, mas não faz nada mais do que isso, e eles sabem disso. Ninguém foi enganado e eles ainda estão tentando se descobrir e achar seu propósito, sua razão de viver, e morrer.Preguiçoso, desinteressado, não produtivo: termos que muito bem podem ser usados para descrever essa geração que uma vez tinha esperança em ser usada e marcar o mundo. Mas, por quê? Por que nós não demos nada pra eles fazerem de verdade. E vamos ser honestos, esperando é ruim. É agora ou nunca. Nós os desafiamos agora, nós os treinamos agora, nós investimos neles agora, ou nós os perdemos para sempre. • 75% dessa geração estão deixando a igreja para não voltar mais. Fonte: WWW.PROFETASDASRUAS.BLOGSPOT.COM