27 março 2012

Quatro facetas da existência
Estações- compõem o fluxo da história em fases.
Nelas, há períodos claros: infância, adolescência, vida adulta, meia e terceira idades. Viver é ter sabedoria de apreciar cada fase com sua beleza, limitações e desafios. Emoções -
descrevem os sentimentos quando se reage aos eventos. Emoções se revezam em picos de euforia e vales de tristeza. Vive quem souber lidar com essa gangorra, o sobe e desce emocional. Decisões-
representam o grau de liberdade que todos dispõem e que escancaram novas avenidas para o amanhã, sempre inédito. A liberdade humana é limitada. Não se escolhe sexo, cor da pele, hereditariedade e, sequer, o lugar onde se nasce. Ninguém opta se vai ter quer beber água. Essa liberdade não existe. Existe, sim, a atitude do coração ao beber água. O modo como se encara a contingência é determinante na qualidade da vida. O segredo está na reação de cada um diante das vicissitudes ou prêmios compõe o enredo da história de cada um. Relações-
indicam que ninguém é uma ilha. Pessoas dependem de pessoas. Viver é relacionar-se. Vive quem sabe lidar com o semelhante, na paciência de aprender a amar e deixar-se amar. Vida é alazão sempre arisco e indomável. Assim, só vive quem respeita as fases que o tempo escancara, quem lida com as flutuações emocionais, quem reconhece e aceita os desdobramentos das decisões, e quem se vê irmão na vasta família humana. (Ricardo Gondim)

06 setembro 2010

Pensando...

Não há o que escrever! Digamos que hoje estou com sifonáptero na popa do pavilhão auditivo... Volto em breve com mais uma vertigem racional!

09 agosto 2010

Dormir e sonhar...

Houve um tempo em que eu sonhava mas... Em que sonhar era doce, leve e bom! Sonhava acordada, com cara de boba.Pensava e sonhava em coisas que eu não era capaz... Um dia sonhei que eu conseguia ter super poderes! Quanta graça acho nisso hoje. Sonhei que o romantismo era sempre divino.Não importasse as dificuldades enfrentadas,tudo teria um desfexo feliz, e eu seria a heróina! Sonhava que ninguém falaria melhor que eu, e que também, eu sempre teria a solução.Seria uma professora moderna, uma buda com estilo! A saber tudo do pedaço, mas sem perde minha identidade. Não sei bem se era a tv que me fazia sonhar tanto...A caixa mágica de ilusões! Mas hoje suspiro,quantos sonhos tinha... Agora não me lembro nem o que sonhei esta noite enquanto dormia. Sonhar mais? Muito pouco. A realidade não me permite tanto! Eu tive sonhos. Aliás gastei muito tempo sonhando... Hoje,sonhos teem seu preço. Na maioria não posso compra-los. Não que tenha me tornado uma pessoa que não sonha.Apenas projeto coisas reais. Projeto e de vez em quando me pego sonhando...É inevitavél. Mas sempre acabo me lembrando que dos antigos sonhos tenho mais frustrações que realizações! Embora, novamente acho graça, não teria mesmo como fazer os objetos flutuarem com a força do meu pensamento. Tudo bem, qual criança não sonha com tais coisas? Se não sonha,então não é criança. Mesmo que o tempo da infância neste mundo esteja se estinguindo...Hoje ando mais acordada que tudo. A carreira de sucesso, a grana, a união perfeita, as compensações, não deixaram de ser sonhos, ou projetos, apenas estão forçados pela realidade a enfrentar condições reias para se realizarem... Mas,sei que não os sonho como antes.Não fico com cara de boba,minha expressão é de preocupação. Será que consigo?! Meu Deus! Como a vida adulta é cruel aos sonhos. Você tem dinheiro? Então você sonha. Sonhar é de graça, mas realiza-los tem seu preço. Nisto uma coisa me contenta!Talves este cansaço que tenho agora de tanto tentar realiza-los, reverta-se em alguns trocados, e que essa vida de gente grande não me tire a capacidade de sonhar. Gi...

05 julho 2010

Não deixaram Jesus entrar...

Certa vez na igreja entrou um morador de rua, não demorou muito para que o barrassem e o impedissem de se sentar e assistir o culto, não sei o que foi dito para aquele simples homem sujo e repleto de bugigangas amarradas pelo corpo, só sei que rapidamente ele voltou para trás e foi embora. Neste momento me lembrei de Mateus 25: 42-45 que diz:
Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; sendo forasteiro, não me hospedastes; estando nu, não me vestistes; achando-me enfermo e preso, não fostes ver-me. E eles lhe perguntarão: Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, forasteiro, nu, enfermo ou preso e não te assistimos? Então, lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a mim o deixastes de fazer.
Ao lembrar desses versículos pensei: "Jesus veio à porta, mas não o deixaram entrar!" Claro que aquele simples homem não era Jesus encarnado novamente e em terra, mas era mais uma oportunidade que foi perdida de realmente ser igreja. Sabe as vezes penso que a igreja esquece que ela também é para os que passam fome, sentem frio e para os que moram nas ruas e não apenas para "santos" e "justificados".
Quantas pessoas passam por nós todos os dias, fazem parte de alguns segundos, minutos, horas, dias, anos de nossas vidas, quantas oportunidades perdemos de ser igreja. Ao orarmos temos sempre um mesmo discurso: " Jesus, fala comigo, preciso ouvir a sua voz. Quero te conhecer, quero tocá-lo, quero abraçá-lo e beijá-lo, eu te amo!" Agora nós como igreja, aonde podemos encontrar Jesus? Que tal procuramos nas calçadas e ver se Ele está lá dormindo, sujo, fedendo e com frio. Talvez Ele esteja comendo lixo. Lembre-se só o amor nos leva a ser. Marcos Wlrich. FONTE: profetasdasruas.blogspot.com

03 junho 2010

Não existe essa tal felicidade

Tão pouco é necessário para a tal felicidade!

Na verdade, me esclarecendo melhor, não acredito na felicidade. Não como um estado permanente. Não como um objetivo último alcançável. Acredito em momentos felizes.

Ficar correndo atrás da felicidade como se esta fosse um bem durável é pura tolice. Não há felicidade que dure, nem sofrimento que não acabe, certo?!

Um bom filme me faz feliz. Uma boa conversa me faz feliz. Uma boa comida me faz feliz. Um bom banho me faz feliz.

Felicidade são fragmentos de alegria e contentamento. A linha de pensamento capitalista usurpou a felicidade e faz dela o mote para autopreservação. Embora pequenos eventos ou bens possam trazer felicidade, não é isso a essência de estar feliz. Quando você adia sua felicidade por causa do que deseja, sendo isso o que ainda não tem, você se torna cativo da cíclica lógica capitalista do consumismo. Quando deixo para ser feliz apenas quando consigo o que quero, me lanço em momentos de sofrimento, agonia e angústia.

A disciplina correta seria desejar o que se tem. Dar valor ao que se possui. E desfrutar disso felizmente. O que ainda não tenho, mas gostaria de ter deve ser apenas um item que pretendo ter e nada mais. Não deveríamos jamais adiar a felicidade em função de desejos postergados.

Porque, afinal, não existe essa tal felicidade que todos a perdem a procurando.

Thiago Mendanha

17 maio 2010

Rosa Ungida..óleos e trá-lá-lá...

Pergunte ao Pastor: Pastor Antônio, é correto na vida cristã usar objetos como rosa, copo com água e ungi-los para que possam servir de instrumentos de fé para curar, libertar e nos abençoar?
Isso é o paganismo dentro da igreja. Você consegue imaginar um ser sábio, justo, amante do seu povo, pedir tamanhas sandices daqueles que o amam? "Eu te ouço e atenderei tua oração. Mas, não basta tu falares comigo. Tu tens que usar rosa, água e óleo. Não venha só com palavras. Não pense que vou te atender com tão pouco". O evangelho entrou nesse país para nos livrar dessas formas infantis de chamar a atenção de Deus. Rosa, é pra ornamentar a casa, ou presentear o amor da nossa vida; copo d'água é para ser dado para que está com sede; óleo é pra jogar na frigideira para fazer pastel.
O cristianismo é simples. Pede arrependimento e fé que atua pelo amor: "Porque em Cristo Jesus, nem a circuncisão, nem a incircuncisão, tem valor algum, mas a fé que atua pelo amor" (Gl 5:6). Lá estava o sujeito, com o pênis sangrando, depois de ter se sujeitado ao ritual da circuncisão, certo de que Deus, a partir daquele momento, haveria de abençoá-lo; e Deus, respondendo-lhe: "Eu nunca pedi isso de você. Tudo o que quero é que você creia e ame". . Fonte: Rev. Antônio Carlos Costa no Genizah